Amor Livre

Porque eu, Aline, amo e defendo qualquer forma de amor…  Defendo o amor do momento, o amor do para sempre, o amor entre homens e mulheres, o amor entre homens e homens, o amor entre mulheres e mulheres, o amor na singela forma que cada um exprime, ao próprio modo…

O amor verdadeiro, perene, aquele não agride, aquele que não julga nem condena, o amor incondicional, o amor dos relacionamentos, o amor que não mata, não fere, o amor humilde, o amor vívido.

Porque eu, Aline, amo, amo, amo, ainda que errada, como ser imperfeito, ainda que injusta, ainda que julgando e julgada, busco amar com a alma…

Porque esse amor, o tal ágape tão citado agora, não tem forma certa, não tem jeito certo, só se sente, só se ama, ainda que infinitamente enquanto durar…

Inspirado em um grande amigo,

Inspirado em livros,

Inspirado em Deus…

 

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Donana – Entre amigos

Tudo começa com a Aline querendo ir a algum lugar na véspera de feriado. O Wellington me convida a entrar num grupo que iria ao teatro. Durante a tarde eu não obtive retorno se ele conseguira me ingresso.

Resolvi mandar um torpedo para a Thais para saber onde ela estaria naquela noite. Saí com a Sai e a Tati para comprar um presente. Quando eu estava no shopping, recebo a ligação do Fê gritando para eu voltar porque conseguiram o meu ingresso. A novela ficou entre o teatro e o cinema com a Thaís.

Como a Thaís ia passar na faculdade, eu fui encontrar o pessoal no teatro. Estava com fome e vontade de usar o banheiro enquanto faltava apenas um sinal para iniciar o ato, mas em fim…

Assistimos Don’Ana. A peça foi uma boa e longa comédia dramática. No começo, rimos horrores, depois queríamos matar a velhinha, pois o incessante drama de vida não acabava mais.

O dilema nos apresentava uma senhora que era “feliz” com a vida versus aquela que desejava a morte para escapar da solidão que a assolava desde a morte do marido e casamento dos filhos.

Pena as fotos terem ido embora junto com o ladrão da câmera da minha amiga Dé Passareli.

É estranho o quanto as pessoas podem ser facilmente sociáveis. Eu conheci uma garota que me tirou para ser a melhor amiga durante essa festa, até arrisquei dançar um pop, mas, com certeza, não sou muito boa nisso.

 

Amizade Colorida – O filme “pornô” da Sai

 

O passeio de sexta-feira 

passada teve algo diferente… como sempre, brincamos muito, mas dessa vez, além das companheiras Jé e Sai, formamos um grupo maior que já prometeu a próxima voltinha…

A Saiane nunca tinha ido ao cinema L, então a Jé e eu resolvemos levá-la junto com outros queridos… ainda que por falta de opção naquele shopping D onde todas as salas só tinham espaço para o filme dos três mosqueteiros, resolvemos assistir o “pornô” “Amizade Colorida”. Eu digo “pornô” porque para nossa amiga, “irmã” Sai, o filme deveria ser proibido – deixe-a ver isso.

O fato é que o filme é lindo e, na conclusão da Dé, “é uma ilusão para as bobas acreditarem que aquilo pode acontecer na vida real” ou, na visão geral, “eu quero um amigo igual àquele”.

O filme tem aquele final que todos imaginam…

Dois amigos fazem um trato para que mantenham uma relação baseada sem sexo, sem sentimento ou culpa, sem compromisso. As cenas são engraçadas, principalmente quando os personagens começam o “rala e rola”, enquanto dizem um para o outro o que fazer e o que não fazer. Ambos resolvem procurar alguém para firmar um romance, mas os dois fracassam.
Em fim, os dois se apaixonam e o personagem do Timberlake monta um “musical” para convencer a garota a ficar com ele…Aliás, o filme favorece as mulheres, pois a nudez que prevalece não é a machista de peitos femininos, mas a feminista, cheia de bumbuns e peitorais masculinos, inclusive a do Justin…“Ele está magro” – Débora.“Ele está lindo” – Todas.

Line, Dé, Sai, Jé