Brocal dourado – Tulipa


Para quem não sabe, brocal é uma espécie de glíter só que maior e mais brilhante. No meu caso, brocal agora significa Tulipa, brocal e Tulipa são sinônimos ou quase a mesma coisa que susto… isso vem a seguir…

***

Um falso perdido entre a Cá e eu no Bourbon devido à falha nos nossos celulares, os quais se cansaram de mandar mensagens uma para a outra, assim começou a noite.

Chegamos ao show faltando pouco para começar, pois eu corri para comprar as pilhas para minha câmera (fotos no facebook). Da escuridão surge Tulipa Ruiz…

Cantamos muito, tiramos fotos, o show estava ótimo, ela estava ótima e conseguiu driblar o belo, porem injusto palco que divide a platéia no meio fazendo com que o artista tenha que dobrar a capacidade de performances para atender a todos. Bom, ela o fez.

As músicas se encaixavam no com os desenhos do telão ora revezados pela imagem dela cantando. A originalidade do som e da cantora casava perfeitamente com aquelas melodias e, por vezes fazia todos dançarem, ainda que sentadinhos.

Não me lembro da ordem em que as músicas foram cantadas, sei que a Cá havia dito que ela nunca se lembrava da letra de Sushi, mas ela conseguiu cantar sem respirar um dos refrões que mais gosto: “Esse jeito de ….

Teve também algo de engraçado na animação que saltitava no telão enquanto ela cantava “Pedrinho”. Adorei a passada de palavras na música “Às vezes”, os peões na declaração de “Só sei dançar com você”.

A Tulipa quis animar a noite cantando a agitada “Brocal dourado”, todos dançavam a meios passinhos, outros agitados no canto do palco, muitos sentados, mas curtindo a mesma energia. Chegou o refrão e algo explodiu nos cantos dos palcos surpreendendo até os músicos, não era brocal, eram papeizinhos douradas que vieram praticamente do nada na hora do refrão – coitado de que estava no alambrado, se tivesse algum cardíaco, a surpresa poderia ser fatal. O palco ficou coberto daquela chuva de papéis, a Tulipa fez um comentário de susto no intervalo rítmico da música e prosseguiu. No próximo, como todos já sabíamos, o pulo foi menor ou quase nenhum.´

Como sempre, no final do show, tem aquele tchauzinho e o pedido de bis. A Tulipa voltou cantando “Efêmera” e chamou todos para subir ao palco “colchonete” (o palco era apenas uma madeira com centímetros de altura do chão). Ela cantava, dava o microfone para as pessoas continuarem, dançava, saltitava… Em fim, o show, além de muito bom, superou a falhinha de nada da apresentação do videoclipe e teve boas surpresas e sustos…

Ao final, ficamos aguardando ela sair. A cumprimentamos, conversamos, só não tirei foto, ela nos falou da surpresa da música do brocal. Concluindo uma noite perfeita.

De cima do palco

 

Pedrinho saltitando nú

 

Às vezes quando eu vou à Augusta...

 

As minhas fotos não ficaram lá essas coisas, mas quando as vejo me transporto para aquele palco, muito, muito bom…

 

Galeria compartilhada no Face: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.183103588431988.45698.100001970450482&l=8331b7d867&type=1

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