A Fantástica Fábrica de Chocolate de 1971 fez 40 anos

Faz uma semana que estou para escrever esse post.

Bom há uma semana a primeira filmagem com base na adaptação do livro “A Fantástica Fábrica de Chocolate” completou 40 anos.

Eu me lembro de como era assistir esse filme quando criança (antigamente exibido no SBT) e do medo que eu tinha dos Oompas Loompas (pesquisei para saber como escrevia) ao mesmo tempo em que eu cantava a música deles.

Dentre todo o enredo, a visita na fábrica traz um conteúdo moralista por traz da viagem, ele nos dá uma visão de bem e mal, afinal, o personagem Charlie se dá bem graças aos princípios corretos e à obediência às regras de Willy.

Esse filme entrou para a história. Nunca li o livro e a edição mais recente (2008) está extinta nas livrarias, encontrei apenas no site da “Estante Virtual”, dizem que a segunda filmagem, de mesmo título, aclamada pela atuação do Johnny Depp, é versão do livro do Roald Dahl [está aí uma sugestão de presentes], mas não consigo esquecer o primeiro filme…

Em fim, o estilo Tim Burton dentre as excentricidades mágicas que sempre leva aos filmes, nos trouxe a história do livro e, embora essa versão tenha feito sucesso e o antigo filme carregue uma história parecida, me vale lembrar que o primeiro filme é bem diferente e que o segundo não é um remake do clássico.

Esse longametragem fez minha cabeça nos anos 90…

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O Caderno

Acredito que aquela música do Toquinho chamada “O Caderno” tem uma relação pura com a minha alma, até porque, toda vez que eu a ouço, lembro das coisas do meu passado, vejo a verdade da infância e todas as vezes escrevia em um diário ou agenda, segredos que se apagaram com o tempo e que, como a música do Oswaldo Montenegro, hoje não tem importância, outros assuntos e dias que ficaram incompletos, desejos que realizei. Me lembro de “dividir” o diário com as “melhores amigas” – hoje sei que é impossível escolher um melhor amigo quando tenho tantos especiais.

Eu via foto do “Beijo do Pita” e decidi que teria que publicar aqui. Eu coloquei um resumo abaixo para recordação da origem dessa página que, para quem não entende, não tem a mesma graça…

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E é com a canção do “O Caderno” que eu recordo “o caderno”, o mundo compartilhado entre quatro amigas, mencionado em um post anterior: músicas preferidas, odiadas, apelidos secretos, músicas da nossa “banda”, recortes de revistas com figurinos e alusões ao rock, frases infelizes ditas pelos colegas, “O beijo do Pita” para as ações mais tontas que aconteciam a nossa volta, dentre milhares de etc.

Não me lembro de quando isso começou, sei que ainda não éramos tão populares e ainda não conhecíamos a Dani. Sei que um dia a idéia brotou e a Cá levou um caderno daquela antiga marca “Happy” com um bofe na capa que, naquele tempo, achávamos maravilhoso.

Os assuntos foram rolando automaticamente, começamos escrevendo os apelidos que dávamos às pessoas ou coisas para que ninguém soubesse do quem ou do que estávamos falando. Falávamos dos “gansos”, dos feios e bonitos, dos amores, desenhávamos, tínhamos muita imaginação e pouco português. Houve, também, o ódio e posterior amor pela música “O girassol” da banda Ira. De lá saiam tantas loucuras… Lembranças boas…

de lá saiam tantas loucuras...

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Logo eu posto uma imagem do “Beijo do Pitta”.

Andarilhas do Frei

Sexta-feira, dia 7, quarta-feira, dia 11, eu me tornei uma expedicionária rumo à busca de presentes.

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Dia 9 de outubro foi aniversário da minha irmã, meu namorado e eu resolvemos dar um presente que eu achei (depois confirmei) que ela adoraria: uma sapatilha Melissa do Jason Wu. Na mesma semana eu já havia pesquisado as lojas aqui pelo centro e descartado as que eu tinha certeza que não teriam. Chamei uma amiga para começar a busca.

A Jéssica é minha companheira de passadas, de salto alto, não tem preguiça de andar e, falou em compras, lojas ou tudo que lhe parece diferente, ela logo topa me acompanhar.

Então fomos nós até a estação Brigadeiro, pois eu sabia que lá perto havia uma loja numa galeria que vendia sapatos da nova coleção. Andamos “um cadinho” e, ao entrarmos na loja, recebemos a notícia de que não teria.

Certa de que eu ainda poderia encontrar aquele modelo, arriscamos ir atrás em outras duas lojas, antes, passamos para lanchar no Habibi’s, cuja comida nos estufou muito e a batata estava amarga (conclusão crítica minha e da Jé).

Andamos até o Frei Caneca, olhamos algumas vitrines, visitamos a primeira loja onde a menina nem sabia do que estávamos falando. Eu estava quase desistindo, mas como já estávamos ali, a Jé me convenceu a irmos à segunda loja. Ao deparar com a vitrine: ’batata’, lá estava o modelo tão procurado e demais outros que ficamos ‘secando’ até resolvermos entrar na loja.

Consegui adquirir a tão procurada. Terminamos comprando chocolate – Kinder Ovo – e descendo rumo ao Anhangabaú.

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Quarta-feira, 11 de outubro – véspera do dia das crianças – minha amiga Saiane me chamou para ir com ela comprar os presentes das sobrinhas (dentre eles, uma Melissa).

Saímos do trabalho e passamos nas Lojas Americanas onde ficamos escolhendo bonecas de princesa para as sobrinhas da Sai em seguida, seguimos em busca de outro modelo de Melissa, fomos até a loja do Shopping Light e nada feito, acabamos novamente no Frei Caneca…

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Essas amigas me fazem fazer cada coisa, andei tanto em cima do salto que, quando cheguei em casa, tive que colocar as pernas para cima. A Jé disse que foi castigo por eu tê-la feito andar tanto na sexta feira.

Fazer o que? O pior é que eu adoro, isso sempre é sinônimo de diversão…

Até a próxima!

Da minha irmã

Da sobrinha da Sai

Amizade é tudo

A Cá sintetiza nossa amizade e carinho de forma mais objetiva do que eu. Confesso que é por gostar de histórias que sempre me lembro das nossas, por serem as melhores.

Assim como muitas pessoas eu queria ver um filme de tudo, seria algo como “As aventuras de…” – “Um filme baseado em fatos reais, tirem as crianças da sala”.

O post dela é o resumo de alguns – muitos – do meu blog, dentre o clássico e inesquecível “A fuga do camburão”.

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Outflow

Fico indignada com certas coisas: nuca assisto JN, quando assisto, vejo outra barbárie contra homossexuais. É um absurdo esse tipo de coisas. Eu retomo à minha opinião do post do dia 28, a visão é a mesma. E a isso chamamos de seres humanos? A isso o Brasil ainda não inventou medidas para punição de tais atos que contrariam os direitos do homem de livre escolha. Artigo 5º da Constituição: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes” (íntegra em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituiçao.htm).

Vejo que os agressores de hoje não pensam nos filhos de amanhã e coitado dos filhos. Não julgo ninguém, quem sou eu para fazer algo assim? Mas como fechar os olhos para tais ações? A cada dia a violência se propaga pelas ruas e atingem os cidadãos de bem. Sei que isso nunca vai acabar porque a semente já foi plantada, mas imagino que poderia ser com meus amigos, pessoas que amo… Todo o ser humano tem direito de ser feliz independente do que for. Para que cultivar o ódio?

Absurdo, absurdo, absurdo…