Sobre o início da paixão pela minha autora preferida


Muitos me vêem apaixonada por livros, literatura, artes, etc., mas poucos sabem qual a minha autora preferida. Não tenho um segmento certo para escolher meus livros, geralmente eles me escolhem ou são indicados por alguns amigos. Na verdade, é sempre mais fácil dizer quais os que não tenho vontade de ler. Meu vício por leitura sempre me leva às livrarias, ainda que apenas para olhar as capas e ficar na vontade de sair com sacolas de lá, por esse motivo, quando passo, mal olho a resenha dos que me interessam.

Descobri minha autora praticamente sem querer. Eu havia acabado de ler a série Crepúsculo (não me julguem por isso), quando aceitei acompanhar uma amiga à Saraiva na hora do meu almoço, no meio das pilhas e enquanto ela olhava o que queria, eu encontrei uma promoção de títulos de uma autora cujo nome me era familiar, mas não me lembrava de onde, e os títulos me chamaram a atenção. Procurei escolher alguma coisa, já que todos estavam de R$ 49,90 por R$ 9,90 – hoje me pergunto por que não comprei todos. Escolhi “Razão e Sensibilidade”, levei o exemplar comigo à faculdade e mostrei ao meu professor de redação que fez mil elogios, dizendo que eu adoraria os livros dessa autora. Iniciando a viagem, vi que estava presenciando uma história de séculos atrás, vislumbrava na minha mente as cenas como se fossem um filme e as personagens como se fossem pessoas do meu convívio social. A realidade descrita por aquela autora incrível me transmitia alguma coisa que me fazia viajar e ao mesmo tempo comparar o texto com a realidade. Desde então, fiquei maravilhada com aquela autora e busquei inúmeras referências, até encontrar um blog (Jane Austen em Português) que me trouxe tudo o que eu precisava para viciar: a história, os filmes antigos, as séries, os títulos.

E aí surge a minha autora preferida, Jane Austen. Embora eu ame os romances de Shakespeare, os livros da Clarice, as biografias, a literatura brasileira, o meu coração foi conquistado por essa inglesa.

“Razão e Sensibilidade” conta a história de duas irmãs que ficaram órfãs e foram educadamente postas para fora da grande casa onde viviam para morarem em um chateu.

Eu disse que trata-se de duas irmãs a exemplificar a história, pois a família delas contava com uma mãe preocupada e a irmã caçula. Elinor Dashwood, irmã mais velha, tinha uma paixão antiga por Edward Ferrars a qual achava que era correspondida até ser contradita por uma noiva do rapaz que surgiu em um jantar de família. Mariane Dashwood, a do meio, se apaixona por Willoughby, um rapaz que arrebatou-a de tal forma, que a garota agia com uma paixao exasperada do início ao fim.

Em Elinor encontramos a acolhedora voz dos conselhos, a razão. Em Mariane, a sensibilidade, que, ao meu ver, às vezes me parecia algo imaturo e, em outras traduções do livro, o título lhe coube melhor : “Razão e Sentimento”.

Mais informações no blog da Raquel: www.janeausten.com.br

Encontrei esse Blog para verificarem uma resenha: http://mardehistorias.wordpress.com/2010/03/26/resenha-razao-e-sensibilidade/

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