À Provolone


Vou escrever desse amor que eu sinto. Um amor cheio de RANCOR… Esse ódio todo veio depois de uma revolução Benhur (se é que me entende), a união de duas iras gerou amizade. Por muito tempo a conheci sem conhecer de verdade, na verdade a conheci de verdade há pouco tempo misturado com um conhecimento da revolução Benhur. Não tenho muita coisa para falar porque não posso falar, só consto que é uma pessoa pra quem torço muito e que sempre poderá contar comigo. Uma amiga que se revelou amiga depois de muitas sandices… Depois de algumas confissões de segredos… Além, é claro, do “I hope you don’t mind” depois de assistir um filme horrível, na nossa concepção: “Queime depois de ler”.

Junto com “I hope you don’t mind”, surgiu “If the rain comes”, “Only you” e “Hit the road Jack”, que só nós sabemos o que significa e dos quais o último agora eu entendo muito bem o sinônimo…

Não tenho muito a dizer a não ser que o meu rancor por ela prevalece, só porque ela sempre zomba de mim dizendo que o meu rancor por ela não é nada além de amor mesmo, né sua fedô?… rancor dela forever…

Provolone com Strokes

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