Amargura

RosaA cada dia que foi passando ela ficou mais distante dele. Ela mal conseguia olhá-lo nos olhos para perceber que a paixão ainda queimava dentro dele…

…Em uma noite de verão, estação do ano que mais gostava, ela se casou com ele e decidiu abandonar as ilusões de menina para viver, dali em diante, aquilo que todos queriam que ela vivesse…

Certa tarde, não havia mais nada a fazer, deitou-se para assistir a televisão e pegou no sono… Aquela que estava ali era ela, mas com uma aparência diferente, tinha os passos e o olhar leve, parecia uma concha inversa, reluzindo o valor da pérola e internando aquilo que a verdadeira ela de carne e osso se transformara. Aquilo parecia real, a mulher que rompia os véus, deitava na grama, sorria, cantava, rodava, lembrando a Alice no jardim de um país de maravilhas. O plástico virara raio de sol e agora era terapia para uma pele ausente de toque e cheia carinho superficial.

Acordara e vira que tudo era falso, o mundo era cinza e a matéria, que era aquela vida, se tornava cadente, cheirava a queimado e pesava feito chumbo. O aço corroia a única parte que era flor, o sal que ingeriu ao meio-dia saiu pelos olhos junto com a água que bebeu e foi então que percebeu o erro do início da história. Não protagonizou a verdade, mas covardia de não enfrentar, não optou por encarar a perda. Diante do enredo se calou e ali se fechou, a flor que tinha no coração murchou, nunca mais desabrocharia e viveria a dedicar-se ao nulo, ao que nada significava, até ser reprimida e abandonada.

Uma vez, no tanque de casa se ouviu resmungar: feliz da Macabéa de Clarice, inocente e ansiosa teve a sina triste ao final, pois só no céu poderia se realizar e para lá ela foi. Voltou a esfregar o tecido, acordando do devaneio porque teria que preparar o jantar.

Aline

Com base na personagem Edna do enredo “O Tamanho do Céu” de Thrity Umrigar, no entanto, sem relações com o verdadeiro texto do livro.

 

 

Imagem do blog: http://giovanadfl.blogspot.com/

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Orgulho e Preconceito: Meu livro preferido

Apaixonada pela autora, eu busquei o segundo título depois de ler “O Vendedor de Sonhos” do Cury. Fui para o consagrado “Orgulho e Preconceito”, obra mais lida e conhecida da J. A.. A conclusão que tirei após concluí-lo a qual saí correndo para contar a uma amiga que estava na sala do lado foi: “Lu, esse é o melhor livro que já li na vida!”. Considerando que li bastante livro, ela respondeu: “Nossa, então me empresta”. Conclusão? Ela amou. A opinião da autora sobre os hábitos da sociedade é ainda mais transparente. Ela aborda tudo com clareza quando fala da arrogância, ignorância, do poder que as pessoas ricas acham que podem exercer sobre os menos favorecidos e coloca uma heroína a se contrapor ao padrão. Elizabeth se tornou meu eu naquele livro (que estranho), mas ela se constrange perante a ignorância que a própria mãe demonstra diante das pessoas, a notória forma de “vender” uma filha. Não tenho o que comentar sobre o enredo, a não ser que leiam e conversem comigo, pois não encontro outra palavra para defini-lo. Sem falar no Mr. Darcy e na história romântica que não desenrola o livro inteiro te deixando com borboletas no estômago… Meu livro preferido da minha autora preferida: Orgulho e Preconceito – Jane Austen.

 

Aliás, quando eu redigi esse texto, não tinha visto o filme de 2005, emprestado pela Cá, após nosso último encontro de troca de coisas, eu adorei, principalmente por ele ser praticamente fidedigno ao livro.

É, sem dúvida, o melhor…

Jane Austen forever

Frango com iogurte

Toda vez que abro a internet leio algumas curiosidades e matérias interessantes, vejo, dentre elas, receitas que me dão vontade comer a tela, principalmente no que diz respeito aos doces. No entanto, dando uma espiada na rede, me deparei com uma imagem que me lembrou bolo, ao ver o título da receita, reparei que não se tratava de bolo e sim de frango com iogurte. Nada contra inovações, se não fossem elas, não poderíamos aproveitar pratos maravilhosos (doces) por aí, agora frango com iogurte me deixou um tanto nauseada. Já dizia uma professora minha: primeiro comemos com o cheiro, depois com os olhos por fim, com a boca. Como não tive como sentir o cheiro, expressarei minha opinião pelos olhos e pela imaginação sobre essa combinação, é um profundo: Eca! rssrsrs…

Mas preservo aquilo que todos têm por individualidade, o gosto. Quem se interessar, pode conferir o frango na foto abaixo ou ver mais receitas desse tipo no link:

http://receitas.uol.com.br/busca.jhtm?r=frango com iogurte&original_q=frango com iogurte&categoria-id=&sort=&prev=&next=

Ainda sem revisão

Eu tenho preguiça extrema de revisar aquilo que escrevo. Não costumo ter boas críticas e depois de reler os textos tenho a impressão de que são ruins, por isso se encontrarem qualquer equívoco nos posts, foi sem querer. Se acharem as opiniões sem fundamento e terem “provas” disso, essas serão as minhas eternas com base no que eu, até então, conhecer ou até que me mostrem algo que me convençam do contrário, pois não sou ignorante a ponto de reafirmar opiniões sobre bases erradas.

É Filosofia…

Quem, de três milênios, não é capaz de se dar conta vive na ignorância, na sombra, à mercê dos dias, do tempo.

Johann Wolfgang von Goethe

 

Iniciando a próxima viagem, ampliando o conhecimento sobre a filosofia por meio de um dos livros mais conhecidos “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder. Já estou empolgada…

Aliás, isso signifique me minha viagem irá mais longe ainda, como sempre sofro influências desse tipo, pode ser que meu Blog  tenha algumas manifestações a respeito ao longo da caminhada…

Feliz Dia do Amigo!

“Hoje é um novo dia, de um novo tempo que começou” e que bom saber que vocês estão aí.

Hoje é o dia que eu gostaria de estar ao lado dos meus muitos de uma vez só.

O fato de ter muitos amigos como você é fundamental para mim. Cada um com o jeito especial que me faz amá-los para sempre… Adoro vocês por me permitirem compartilhar minhas viagens, loucuras, alegrias, tristezas, momentos infinitos. Tenho amigos que convivem comigo desde sei lá quando o que me faz acreditar que alguma coisa eu também consegui plantar nos jardinzinhos de corações… Agradeço a paciência de todos (muita)…

Para alguns eu sou mãe, para outros criança, para uns “a bebê”, para aqueles outros a Line, para os de lá a Li, para uns a Aline, para uma o “fedo”, para outros o marido (rsrsrs)… Todos, contem comigo forever.

À vocês que são a extensão da minha família aos quais valorizo tanto, um brinde…

Um feliz dia do amigo!

Amo vocês!

Desculpe, minha opinião: Estampa xadrez

Casual, formal nerd, casual sport

A famosa frase de quem não liga para a moda é “Eu uso o que eu quiser”.

Na minha opinião é impossível não ligar para moda, uma vez que moda não significa apenas grifes, mas estilo. Eu duvido que uma pessoa vá à loja e pegue a primeira peça de roupa dizendo que qualquer coisa serve. Todos nós esconlhemos aquilo que gostamos e que nos sentimos bem.

Por acaso você vai naquela banca de peças remexidas na loja da Lapa e pega a primeira coisa que vê sem se importar de como ela é e passa no caixa? Acho que não.

Vá lá. Mas o que eu queria era expressar o que aprendi visualizando as combinações e conversando com um amigo que entende do assunto:

A minha opinião que, para a pessoa a quem me dirijo não deve valer e que vai cozinhar no caldeirão da bruxa com raiva disso é que: Camisa xadrez com camiseta estampada por baixo não é legal; camisa xadrez com camisa estampada por baixo e tênis estampado é poluição visual. Camisa listrada misturada com camisa xadrez e tenis colorido, não é legal. Calça estampada, com manchas, rebites ou coisas assim, não é legal mesmo.